Frente ao ano atípico de 2020 e às mudanças geradas pela pandemia do novo coronavírus, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) foi o apoio para diversos professores. De acordo com uma pesquisa encomendada pela Fundação Lemann ao Datafolha, 90% dos professores brasileiros disseram ter usado a BNCC como referência para estabelecer prioridades de ensino.
Por conta do fechamento das escolas e das dificuldades do ensino remoto, as instituições de ensino optaram por flexibilizar a dinâmica curricular, ou seja, a definição de prioridades nesse contexto atípico ficou a cargo dos professores. A pesquisa levantada pelo Datafolha também esclarece que, para 88% dos educadores, a Base Nacional ajudou a planejar aulas com mais engajamento e 89% dos educadores dizem que ajudou a diagnosticar a aprendizagem dos alunos.
O estudo encomendado pela Fundação Lemann também revelou que 73% dos educadores afirmaram que sua rede de ensino propôs priorização na BNCC de modo a orientar o trabalho pedagógico e 16% disseram que não receberam orientação para realizarem esse trabalho.





